108 - Um pouco de fermento


 
"Não sabeis que um pouco de fermento leve da a massa toda?" - Paulo (I Coríntios, 5:6).
 
Ninguém vive só.
 
Nossa alma é sempre núcleo de influência para os demais.
 
Nossos atos possuem linguagem positiva.
 
Nossas palavras atuam a distância.
 
Achamo-nos magneticamente associados uns aos outros.
 
Ações e reações caracterizam-nos a marcha.
 
É preciso saber, portanto, que espécie de forças projetamos naqueles que nos cercam.
 
Nossa conduta é um livro aberto.
 
Quantos de nossos gestos insignificantes alcançam o próximo, gerando inesperadas resoluções!
 
Quantas frases, aparentemente inexpressivas, arrojadas de nossa boca, estabelecem grandes acontecimentos!
 
Cada dia, emitimos sugestões para o bem ou para o mal...
 
Dirigentes arrastam dirigidos.
 
Servos inspiram administradores.
 
Qual é o caminho que a nossa atitude está indicando?
 
Um pouco de fermento leveda a massa toda.
 
Não dispomos de recursos para analisar a extensão de nossa influência, mas podemos examinar-lhe a qualidade essencial.
 
Acautela-te, pois, com o alimento invisível que forneces às vidas que te rodeiam.
 
Desdobra-se- nos o destino em correntes de fluxo e refluxo. As forças que hoje se exteriorizam de nossa atividade voltarão ao centro de nossa atividade, amanhã.